ÚNICAS IMAGENS DE ANNE FRANK

A Casa Anne Frank, em Amsterdã, divulgou as únicas imagens em vídeo da garota em seu recém-lançado canal no Youtube. A filmagem só podia ser assistida por visitantes do museu. O vídeo em preto e branco de 1941 mostra Anne aos 12 anos. A menina aparece na janela de sua casa observando seus vizinhos, que estavam prestes a se casar.

Anne morreu aos 15 anos em um campo de concentração. O diário, que conta seus últimos anos de vida, foi publicado pela primeira vez em 1947, e hoje, é um dos livros mais traduzidos e lidos no mundo todo

Assista ao vídeo:

 http://noticias.bol.uol.com.br/entretenimento/2009/10/05/ult4738u28472.jhtm

Baixa Idade Média

No século X, os países europeus deixaram de ser ameaçados por invasões bárbaras. O continente vivia agora a “paz medieval”, isso ocasionou mudanças que provocaram transformações na sociedade européia.

No período que vai do século XI ao século XV – a chamada Baixa Idade Média – percebe-se uma decadência no feudalismo. O aumento populacional provocado por essa fase pacifica, levou à necessidade de mais terras, nas quais os trabalhadores desenvolveram técnicas agrícolas que lhes facilitaram o trabalho. Em torno dos castelos começaram a estabelecer-se indivíduos que comercializavam produtos excedentes locais e originários de outras regiões da Europa. A moeda voltou a ser necessária, e surgiram várias cidades importantes junto às rotas comerciais e marítimas e terrestres.

Ao mesmo tempo, a Igreja, fortalecida, promoveu expedições cristãs ao Oriente – as Cruzadas – tentando recuperar a cidade de Jerusalém, então em poder do Império Islâmico. Durante dois séculos, as Cruzadas agitaram toda a Europa, pois além dos aspectos religiosos havia um impulso comercial muito grande.

 

A Importância das Cruzadas

 

Convocadas primeiramente pelo papa Urbano II, em 1095, na França, as Cruzadas foram, expedições de cristãos europeus contra os muçulmanos, ocorridas durante os séculos XI a XIII. A missão dos cavaleiros cristãos era libertar a região da Palestina, que na época fazia parte do Império Islâmico.

Além dessa motivação religiosa, entretanto, outros interesses políticos e econômicos impulsionaram o movimento cruzadista:

A Igreja procurava unir os cristãos do Ocidente e do Oriente, que haviam se separado em 1054, no chamado Crisma do Oriente, surgido a partir daí a Igreja Ortodoxa Grega, liderada pelo patriarca de Constantinopla;

Oito Cruzadas foram organizadas entre 1095 e 1270, que apesar de obterem algumas vitórias sobre os muçulmanos, não conseguiram reconquistar a Terra Santa.

Essas expedições envolveram desde pessoas simples e pobres do povo até a alta nobreza, reis e imperadores, tendo havido mesmo uma Cruzada formada apenas por crianças. Dezenas de milhares de pessoas uniam-se sob o comando de um nobre e percorriam enormes distâncias, tendo de obter alimentação e abrigo durante o percurso. A maioria antes de chegar ao destino era massacrada em combates.

O contato dos europeus com os povos orientais – bizantinos e muçulmanos – fez com que eles começassem a apreciar e a consumir produtos como perfumes, tecidos finos, jóias, além das especiarias, como eram chamadas a primeira, a noz-moscada, o cravo, o gengibre e o açúcar. 

As Sujas e Apertadas Cidades Medievais

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Na baixa Idade Média, houve a rápida multiplicação do número de cidades, onde eram exerciam atividades comerciais, manufatureiras e também artísticas. As cidades eram protegidas por muralhas, que serviam para protegê-la das invasões de nobres e bandidos.

Assim, dentro dos limites cercados das cidades, os terrenos eram caríssimos e procurava-se aproveitar cada centímetro. As construções, em geral de madeira, colocadas umas às outras, o perigo de incêndio era constante.

As condições sanitárias eram péssimas: o lixo era despejado nas ruas e sua coleta ficava a cargo das eventuais chuvas; até que isso ocorresse, formavam-se montes de detrito, revirados por cães e porcos. A água dos rios e poços que abasteciam a cidade era freqüentemente contaminada, ocasionando doenças.

Em todo o século XIV e até meados do século XV, a Europa enfrentou uma série de fatos que afetaram profundamente a vida de sua população. Mudanças climáticas trouxeram vários anos seguidos de muita chuva e frio, o que causou a morte de animais e plantações, levando a um longo período de fome.

A peste negra, originária do Mar Negro e transmitida por ratos, matou milhões de europeus já enfraquecidos pela fome. Além disso, a violência gerada pela Guerra do Cem Anos fez surgirem revoltas populares onde milhares de pessoas também perderam sua vida.

As precárias condições urbanas agravaram ainda mais o problema gerado por essas crises fez a Europa perder mais da metade da sua população.

 

IMAGEM: CIDADE DE LUCCA (ANTIGA SANTA GEMMA), ITÁLIA

REVOLUÇÃO FRANCESA

O BAILE DAS VÍTIMAS

Ao tomar o poder na França, os revolucionários agiram com grande violência contra qualquer um que parecesse se opor ao novo governo. Esses opositores corriam  sério risco de ter seu pescoço fatiado na guilhotina. Mas como o humor negro é algo que nasceu com a humanidade, os franceses criaram o baile das vítimas. Parentes próximos de pessoas recentemente guilhotinadas, eram convidadas para um evento altamente exclusivo, para o qual muitos desesperados chegavam a falsificar os convites. E a moda para estes bailes era ainda mais macabra que o próprio baile.As mulheres prendiam os cabelos em coques no alto da cabeça (a exemplo do que se fazia com os condenados, para evitar que alguma coisa atrapalhasse a eficácia da lâmina…) e usavam nos pescoços uma gargantilha extremamente fina, em tom de sangue, para imitar o corte da guilhotina! Algumas também tramavam um laço vermelho ou violeta sob o busto e sobre os ombros, formando nas costas um curioso X. Relatos da época mostram as pessoas dançando em trajes de luto nesses eventos.

http://sociedadehistoricadesterrense.com/anakhros/?tag=baile-das-vitimas

ALGUNS SÍMBOLOS DA ROVOLUÇÃO FRNCESA

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A Bandeira Nacional da França, tricolor em três faixas verticais (azul, branca e vermelha), simboliza a Revolução Francesa (1789), sendo que o azul representa o poder legislativo, branco o poder executivo e o vermelho o povo, os três “dividindo” igualmente o poder. Lembrando do lema francês, as cores representam também Liberdade (Liberté), Igualdade, (Égalité) e Fraternidade (Fraternité), na ordem da bandeira, “método” também usado na moeda francesa. Com vínculo à revolução e ao império, ela foi muito rejeitada inicialmente, sendo substituída por uma bandeira branca entre 1814 e 1830. A Revolução de 1830, conhecida também como Revolução de Julho, restabeleceu a antiga bandeira tricolor, que se consagrou definitivamente.

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O barrete frígio ou barrete da liberdade é uma espécie de touca ou carapuça, originariamente utilizada pelos moradores da Frígia (antiga região da Ásia Menor, onde hoje está situada a Turquia). Foi adotado, na cor vermelha, pelos republicanos franceses que lutaram pela tomada e queda da Bastilha em 1789, que culminou com a instalação da primeira república francesa em 1793. Por essa razão, tornou-se um forte símbolo do regime republicanodo Barrete Frígio (gorro vermelho) usado pelos milicianos na tomada da Bastilha.

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A Marselhesa – la Marseillaise – hino nacional da França. Foi composto pelo oficial Claude Joseph Rouget de Lisle em 1792, como canção revolucionária. O canto deveria ser um estímulo para encorajar os soldados no combate d. A canção adquiriu grande popularidade durante a Revolução Francesa, especialmente entre as unidades do exército de Marselha, ficando conhecida como A Marselhesa. A revolução foi embalada por uma canção patriótica, entoada por unidades do exército de Marselha, quando entraram em Paris, em 14 de julho de 1792. Em 1795, foi instituída pela Convenção como hino nacional. Napoleão Bonaparte baniu A Marselhesa durante o império, assim como Luís XVIII na segunda restauração, devido ao seu caráter revolucionário. A revolução de 1830 restabeleceu-lhe o status de hino nacional, na década de 1830. Entretanto, Napoleão III tornaria a banir a canção até que, em 1879, com a instauração da III República, a canção foi definitivamente confirmada como o hino nacional francês, ato esse reafirmado nas constituições de 1946 e 1958.

História do Dia dos namorados

namoradoSegundo a versão mais conhecida. a comemoração teria se originado na Roma antiga, no século III.O padre Valentim lutou contra as ordens do imperador Cláudio II, que havia proibido o casamento durante as guerras acreditando que os solteiros eram melhores combatentes.

Além de continuar celebrando casamentos, ele casou-se secretamente, apesar da proibição do imperador. Tendo se recusado a renunciar ao Cristianismo, Valentim foi condenado à morte. Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sua sentença, ele se apaixonou pela filha cega de um carcereiro e, milagrosamente, devolveu-lhe a visão.

Antes de partir, Valentim escreveu uma mensagem de adeus para ela, na qual assinava como “Seu Namorado”.

Considerado mártir pela Igreja Católica, a data de sua morte – 14 de fevereiro – também marca a véspera de lupercais, festas anuais celebradas na Roma antiga em honra de Juno (deusa da mulher e do matrimônio) e de Pã (deus da natureza). Um dos rituais desse festival era a passeata da fertilidade, em que os sacerdotes caminhavam pela cidade batendo em todas as mulheres com correias de couro de cabra para assegurar a fecundidade.

namorado2Outra versão diz que no século XVII, ingleses e franceses passaram a celebrar o Dia de São Valentim como a união do Dia dos Namorados. A data foi adotada um século depois nos Estados Unidos, tornando-se o Valantine´s Day. E na Idade Média, dizia-se que o dia 14 de fevereiro era o primeiro dia de acasalamento dos pássaros. Por isso, os namorados da Idade Média usavam esta ocasião para deixar mensagens de amor na soleira da porta da amada.

A história do dia nos namorados no Brasil

namorado3No Brasil, é comemorado em 12 de junho apartir de 1949, quando o publicitário João Dória trouxe a idéia do exterior e a apresentou aos comerciantes. Como junho é um mês de vendas baixas, eles decidiram comemorar a data nesse mês e ainda escolheram a véspera de Santo Antônio, o santo casamenteiro como o Dia dos Namorados.

 Prof. Cândido

AS CIDADES MEDIEVAIS

As cidades medievais eram superlotadas, barulhentas, escuras e tinham cheiro de estábulo. Só as ruas mais largas eram pavimentadas; as outras eram sujas, com esterco e lama. Na maioria are apenas vielas estreitas onde não se podia passar com duas mulas sem derrubar os quiosques dos vendeiros ou os toldos e tabuletas dos que anunciavam seus serviços.
De dia, as ruas ficavam apinhadas de gente: ferreiros, sapateiros, vendedores de tecido, açougueiros, dentistas… Bastava o comerciante abrir as venezianas de sua casa para transformá-la numa banca de mercadoria. Ficavam também cheias de animais: cães, mulas, porcos, cavalos, galinhas… À noite, eram silenciosas e muito escuras: não havia iluminação pública. Era comum toque de recolher decretado pelas municipalidades, como prevenção contra assaltos e assassinatos.
Nas cidades medievais ocorriam castrações, enforcamentos e amputações, e a população aglomerava para assistir aos espetáculos de castigo. Muitas vezes os criminosos eram arrastados pelas ruas numa carroça e torturados antes da execução pública, sob o burburinho e os gritos das multidões.
Eram freqüentes, também, os incêndios. As casa, de três ou quatro andares, eram construídas de materiais inflamáveis: paredes de madeira e galhos e tetos de palha ou junco, que ardiam em poucos minutos. Se por um lado os incêndios geravam prejuízos para os moradores, por outro era benéfico, pois amenizava as condições de sujeira que provocavam as doenças.
Apesar de existirem hábitos de higiene pessoal, como o costume de freqüentar os banhos públicos, preservados desde a época de Roma, só os ricos tinham as suas próprias latrinas e fossas. A maioria da população jogava seus excrementos em esgotos ou em pilhas de detritos a céu aberto, tornando as vielas imundas, o mau cheiro insuportável e as águas de abastecimento da cidade poluídas.
A canalização da água não era recomendada pelas oficialidades, que temiam a desvantagem de tornar as cidades vulneráveis a sabotagens de exécitos inimigos. Só em 1236, Londres começou a trazer água para a cidade em aquedutos.
Uma das soluções adotadas para reduzir a sujeira foi a pavimentação das ruas. Paris, em 1185, foi a primeira cidade a ter suas ruas calçadas com pedras.
Mais ainda do que os excrementos humanos e a água suja, a maior maldição das cidades medievais era a pulga, o parasita do rato negro. As epidemias eram freqüentes e, de 1348 a 1349, as pulgas espalharam a peste bubônica, conhecida como a peste negra, provocando milhões de mortes

O Estado Absolutista

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Absolutismo, sistema político no qual se confere todo o poder a apenas um indivíduo ou a um grupo. Atualmente, o termo é geralmente associado ao governo de um ditador. É considerado o pólo oposto ao governo constitucional dos sistemas democráticos.

O desenvolvimento do absolutismo moderno começou com o nascimento dos Estados nacionais europeus no final do século XV e se prolongou durante mais de 200 anos. O melhor exemplo que se tem dele é o reinado de Luís XIV. Sua declaração “o Estado sou eu” resume com precisão o conceito do direito divino dos reis.

Luís XIV (1638-1715), rei da França (1643-1715), conhecido como “Rei Sol”. Impôs um governo absolutista na França e empreendeu uma série de guerras, com o objetivo de dominar a Europa. Seu reinado caracterizou-se pelo florescimento da cultura francesa.

O reinado de Luís XIV de mais de meio século representou um período de apogeu para a França. O país conheceu um enorme poderio militar, prosperidade científica e desenvolvimento artístico.

 Em 1648 teve início a Fronda, uma série de conflitos liderados pelo Parlamento e pela nobreza contra o primeiro-ministro Jules Mazarin. Os problemas iniciaram ainda na menoridade de Luís XIV, contribuindo para o amadurecimento e fortalecimento do seu caráter. Dominado o conflito, Mazarin tomou uma série de medidas com a finalidade de organizar a máquina administrativa, tranformando-a em uma das principais armas da monarquia. Por ocasião da morte de Mazarin, Luís XIV decidiu governar sozinho e elegeu como assessor financeiro Jean-Baptiste Colbert. A economia do país foi reestruturada para atender às exigências mercantilistas, sendo então criadas a marinha mercante, fábricas, estradas e portos. Foram desenvolvidos dois novos e eficazes instrumentos de poder: um corpo de diplomatas profissionais e um exército permanente.

Em relação à política externa, seu firme objetivo foi glorificar a França e impedir qualquer ressurgimento do poder dos Habsburgo. Em quatro guerras, demonstrou a toda a Europa sua habilidade como chefe militar. Seu último empreendimento foi a Guerra da Sucessão espanhola (1701-1713).

Ao mesmo tempo em que seus exércitos combatiam os protestantes holandeses, Luís XIV negou a liberdade religiosa aos huguenotes (protestantes franceses) e reforçou o controle sobre o clero católico. Em 1685, decidido a conseguir a conversão dos huguenotes, revogou o Edito de Nantes, dando um passo na direção da rebelião dos camisards (os huguenotes franceses ficavam sujeitos a multas e prisão se não renunciassem à sua fé, convertendo-se ao catolicismo, religião de Luís XIV).

Comparável à busca de glória na guerra foi seu mecenato no campo das artes. Entre outros feitos, Luís XIV incentivou e protegeu dois expoentes da literatura francesa: Racine e Molière. O grande palácio de Versalhes constituiu o símbolo ideal para sua luxuosa corte. Luís XIV não conseguiu pôr um fim nas tensões entre uma elite governante e uma sociedade estamental, baseada em privilégios hereditários. Entretanto, converteu a França no modelo burocrático da Europa absolutista do século XVIII.

Neolítico

Desenvolvimento da agricultura

Neolítico

 

O Neolítico, é o último período da Pré-História e, caracteriza-se por profundas mudanças. Nesse momento, começou a aparecer as primeiras comunidades, que trocaram o nomadismo pelo sedentarismo.

                                                     

 

As consequências dessas mudanças, são encontradas no  modo de produção de alimentos,  na expansão das áreas ocupadas pelas comunidades agro-pecuárias, nas migrações de grupos populacionais e na sua fixação em locais apropriados para a prática da agricultura (terras férteis e ambientes climáticos e geográficos favoráveis).

Os camponeses e pastores substituem os caçadores-coletores.

Entre 6.000 e 5.000 a.C., já parte dos Homens que viveram no . Além disso, tinham domesticado ovelhas, cabras e porcos; de onde retiravam: carne, leite, queijo, pele, cabedal, lã, ossos, chifres.

O aumento da produção criou os excedentes e, permitiu as trocas de produtos, que deram origem ao comércio.

Acredita-se que o trabalho especializado, as cidades, a propriedade privada, a desigualdade social, o Estado e a escrita surgiram primeiramente na Mesopotâmia e no Egito.

 Idade dos Metais

 

Por volta do ano 6000 a.C., o Homem obteve uma importante conquista: descobriu que era possível fazer objetos de metais: cobre, estanho e bronze.

O primeiro metal trabalhado foi o cobre. Depois, por meio da fusão, o Homem misturou cobre com estanho e obteve um metal mais resistente, o bronze. Assim passou a produzir armas mais poderosas e ferramentas mais eficientes. Por volta de 1500 a.C., conseguiu utilizar o ferro.

O uso dos metais, foi o principal fator para o aperfeiçoamento dos instrumentos e das técnicas usadas na guerra, na caça e na agricultura. Os objetos de metais mais antigos foram encontrados no Irã, na Turquia e no Líbano.

 

Com a agricultura, a criação de animais, o desenvolvimento da cerâmica, da tecelagem e o uso de metais, surgiram os trabalhadores especialistas, como o tecelão e o ferreiro.

Arqueólogos encontram em Israel sinagoga da época de Jesus Cristo

Texto: Arqueólogos israelenses descobriram no domingo as ruínas do que eles acreditam ser uma das mais antigas sinagogas do mundo.

Segundo a arqueóloga Dina Avshalom-Gorni, as ruínas descobertas no norte de Israel são da época do Segundo Grande Templo de Jerusalém, entre os anos 50 antes de Cristo e 100 depois de Cristo.

O local das escavações, a praia de Migdal, na costa do Mar da Galileia, é citado tanto em escrituras judaicas quanto cristãs.

Menorá

Durante os trabalhos, os arqueólogos encontraram uma pedra gravada com uma imagem de uma menorá, o candelabro de sete velas utilizado em cerimônias religiosas judaicas.

A menorá é um símbolo do judaísmo de mais de 3 mil anos e também o emblema nacional de Israel. A imagem gravada na pedra encontrada nas escavações aparece em cima de um pedestal e ladeada por ânforas.

Segundo os arqueólogos, esta é a primeira vez que uma imagem de uma menorá é encontrada em uma escavação fora de Jerusalém.

Maria Madalena

A cidade de Migdal, sob o nome aramaico de Magdala, é citada nas escrituras cristãs como o local de nascimento de Maria Madalena, uma das mulheres que acompanharam Jesus Cristo e que depois foi tornada santa.

Segundo Avshalom-Gorni , é possível supor que a comunidade que seguiu Jesus na Galileia frequentava a sinagoga descoberta.

Fonte: Uol Notícas

Clique abaixo e assista ao video

http://www.bbc.co.uk/portuguese/multimedia/2009/09/090914_sinagoga_ruina_video_rw.shtml

Prof. Candido

PRIMEIRO DE ABRIL…

AS ORIGENS

Existem várias explicações para o surgimento do dia da mentira. Uma delas conta que, em 1564, o rei da França Carlos IX determinou que o Ano Novo fosse comemorado no dia 1º de janeiro, depois da adoção do calendário gregoriano, e isso foi seguido por vários outros países europeus. O Ano Novo costumava ser comemorado no dia 1º de abril. A mudança gerou muita confusão e alguns franceses resolveram manter a tradição, mas de uma forma debochada: os engraçadinhos mandavam presentes esquisitos e convites de festas que não existiam para os conservadores da época.

CURIOSIDADES

Para comemorar o Dia da Mentira, jornais do mundo todo publicam falsas notícias, geralmente com fatos absurdos. Confira abaixo algumas delas.
1- A África do Sul comprou Moçambique por US$ 10 bilhões. O anúncio do negócio fora feito na Organização das Nações Unidas pelo presidente sul-africano Nelson Mandela. Publicado pelo Jornal Star, de Johannesburgo.

2- A Rádio Medi, de Tânger, no Marrocos, noticiou que o Brasil não iria participar da Copa do Mundo porque o dinheiro da seleção seria usado na luta contra o incêndio em Roraima.

3- A minúscula república russa Djortostão declarou guerra ao Vaticano. Motivo: arrebatar o título de menor Estado da Europa. Paratanto, ele teria doado seis metros quadrados de seu território a uma república vizinha. Isso tudo de acordo com o jornal Moscou Times.

4- Diego Maradona, ex-capitão da seleção argentina de futebol, é o novo técnico da seleção do Vietnã. Deu nos principais jornais vietnamitas.

5- Ao deixar o Senegal, o presidente americano Bill Clinton seria acompanhado de uma comitiva formada pelos primeiros 50 senegaleses que fossem à embaixada para pedir visto de entrada nos EUA. Assim informou o jornal Le Soleil, do Senegal. Centenas de senegaleses acreditaram na mentira e correram para a embaixada americana.

Enciclopédia do Holocausto

“Holocausto” é uma palavra de origem grega que significa “sacrifício pelo fogo”. O significado moderno do Holocausto é o da perseguição e extermínio sistemático, apoiado pelo governo nazista, de cerca de seis milhões de judeus. Os nazistas, que chegaram ao poder na Alemanha em janeiro de 1933, acreditavam que os alemães eram “racialmente superiores” e que os judeus eram “inferiores”, sendo uma ameaça à auto-entitulada comunidade racial alemã.

Click no site abaixo:

http://www.ushmm.org/museum/exhibit/focus/portuguese/

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