Arqueólogos encontram em Israel sinagoga da época de Jesus Cristo

Texto: Arqueólogos israelenses descobriram no domingo as ruínas do que eles acreditam ser uma das mais antigas sinagogas do mundo.

Segundo a arqueóloga Dina Avshalom-Gorni, as ruínas descobertas no norte de Israel são da época do Segundo Grande Templo de Jerusalém, entre os anos 50 antes de Cristo e 100 depois de Cristo.

O local das escavações, a praia de Migdal, na costa do Mar da Galileia, é citado tanto em escrituras judaicas quanto cristãs.

Menorá

Durante os trabalhos, os arqueólogos encontraram uma pedra gravada com uma imagem de uma menorá, o candelabro de sete velas utilizado em cerimônias religiosas judaicas.

A menorá é um símbolo do judaísmo de mais de 3 mil anos e também o emblema nacional de Israel. A imagem gravada na pedra encontrada nas escavações aparece em cima de um pedestal e ladeada por ânforas.

Segundo os arqueólogos, esta é a primeira vez que uma imagem de uma menorá é encontrada em uma escavação fora de Jerusalém.

Maria Madalena

A cidade de Migdal, sob o nome aramaico de Magdala, é citada nas escrituras cristãs como o local de nascimento de Maria Madalena, uma das mulheres que acompanharam Jesus Cristo e que depois foi tornada santa.

Segundo Avshalom-Gorni , é possível supor que a comunidade que seguiu Jesus na Galileia frequentava a sinagoga descoberta.

Fonte: Uol Notícas

Clique abaixo e assista ao video

http://www.bbc.co.uk/portuguese/multimedia/2009/09/090914_sinagoga_ruina_video_rw.shtml

Prof. Candido

PRIMEIRO DE ABRIL…

AS ORIGENS

Existem várias explicações para o surgimento do dia da mentira. Uma delas conta que, em 1564, o rei da França Carlos IX determinou que o Ano Novo fosse comemorado no dia 1º de janeiro, depois da adoção do calendário gregoriano, e isso foi seguido por vários outros países europeus. O Ano Novo costumava ser comemorado no dia 1º de abril. A mudança gerou muita confusão e alguns franceses resolveram manter a tradição, mas de uma forma debochada: os engraçadinhos mandavam presentes esquisitos e convites de festas que não existiam para os conservadores da época.

CURIOSIDADES

Para comemorar o Dia da Mentira, jornais do mundo todo publicam falsas notícias, geralmente com fatos absurdos. Confira abaixo algumas delas.
1- A África do Sul comprou Moçambique por US$ 10 bilhões. O anúncio do negócio fora feito na Organização das Nações Unidas pelo presidente sul-africano Nelson Mandela. Publicado pelo Jornal Star, de Johannesburgo.

2- A Rádio Medi, de Tânger, no Marrocos, noticiou que o Brasil não iria participar da Copa do Mundo porque o dinheiro da seleção seria usado na luta contra o incêndio em Roraima.

3- A minúscula república russa Djortostão declarou guerra ao Vaticano. Motivo: arrebatar o título de menor Estado da Europa. Paratanto, ele teria doado seis metros quadrados de seu território a uma república vizinha. Isso tudo de acordo com o jornal Moscou Times.

4- Diego Maradona, ex-capitão da seleção argentina de futebol, é o novo técnico da seleção do Vietnã. Deu nos principais jornais vietnamitas.

5- Ao deixar o Senegal, o presidente americano Bill Clinton seria acompanhado de uma comitiva formada pelos primeiros 50 senegaleses que fossem à embaixada para pedir visto de entrada nos EUA. Assim informou o jornal Le Soleil, do Senegal. Centenas de senegaleses acreditaram na mentira e correram para a embaixada americana.

Enciclopédia do Holocausto

“Holocausto” é uma palavra de origem grega que significa “sacrifício pelo fogo”. O significado moderno do Holocausto é o da perseguição e extermínio sistemático, apoiado pelo governo nazista, de cerca de seis milhões de judeus. Os nazistas, que chegaram ao poder na Alemanha em janeiro de 1933, acreditavam que os alemães eram “racialmente superiores” e que os judeus eram “inferiores”, sendo uma ameaça à auto-entitulada comunidade racial alemã.

Click no site abaixo:

http://www.ushmm.org/museum/exhibit/focus/portuguese/

Por que os humanos andam sobre duas pernas?

Introdução

Durante anos, cientistas e filósofos refletiram sobre uma das maiores questões evolutivas da humanidade: por que os humanos andam sobre duas pernas? Temos quatro membros e nossos amigos macacos parecem se virar bem usando os quatro (fazendo o que é chamado de andar de quatro). Então, o que faz com que andar sobre duas pernas seja melhor? Ou, se não é melhor, por que fazemos isso afinal?

macaco

Os cientistas sabem que o bipedalismo foi uma das primeiras características que se desenvolveram nos antigos hominídeos. Um estudo publicado em julho de 2007, afirma que o bipedalismo humano se reduz a uma coisa: energia.

O estudo, realizado por três pesquisadores da Universidade de Arizona, Universidade da Califórnia, Davis, e Universidade de Washington, em St. Louis, examinou diferenças na locomoção em posição vertical entre quatro humanos adultos e cinco chimpanzés adultos. Os chimpanzés foram usados porque são os parentes atuais mais próximos dos humanos. De quatro a sete milhões de anos atrás, humanos e chimpanzés evoluíram de um ancestral em comum. Depois, eles se desenvolveram de maneira independente.

Os pesquisadores ensinaram os cinco chimpanzés adultos a andar em esteiras. Eles andavam em posição vertical sobre suas pernas traseiras e de quatro

Os testes de locomoção mostraram que andar na posição vertical parece ser benéfico porque economizava energia.

O que pareceu ainda mais interessante, porém, foi que a quantidade de energia gasta pelos chimpanzés variou entre eles. Um chimpanzé usou menos energia sobre duas pernas do que andando de quatro. Outro usou a mesma quantidade nas duas posições, e os outros três usaram mais energia ao andarem sobre duas pernas. As variações foram atribuídas à maneira como os chimpanzés andavam e às diferenças na estrutura corporal.

Os resultados do experimento demonstram como o gasto de energia contribuiu para a evolução humana. Os antigos humanos que se adaptaram a gastar menos energia andando em posição vertical estão representados no registro fóssil. Os fósseis mostram que alguns humanos antigos desenvolveram pernas mais longas, estruturas de quadril diferentes ou ossos da perna mais grossos, que estão de acordo com os dos humanos atuais. Essas adaptações facilitaram a locomoção em posição vertical e diminuíram a quantidade de energia exigida para andar dessa maneira.

 

Outras teorias

Cientistas afirmam que andar sobre duas pernas foi uma das chaves para o desenvolvimento humano, desde os antigos ancestrais parecidos com macacos (em inglês). Andar sobre duas pernas economizava energia e permitia que os braços fossem usados em atividades como caçar, fazer ferramentas simples e interagir com objetos. Charles Darwin sugeriu há muito tempo que ter dois membros livres para usar ferramentas era um elemento-chave da inteligência avançada [fonte: National Geographic (em inglês)]. macaco2

Uma teoria sugeria que andar sobre duas pernas liberava os braços, que poderiam ser usados para pegar comida e levá-la para a família. Se um primata andava de quatro, ele não podia levar muita comida para a família nem se envolver em várias caçadas ou expedições à procura de alimentos. Era necessário usar menos energia para sustentar uma família se o macho pudesse andar em posição vertical e voltar para sua parceira e filhos com comida suficiente para todos eles. Então, a fêmea poderia ficar com seus filhos e cuidar deles, garantindo sua saúde e proteção contra predadores.

Uma segunda teoria sugeria que os hominídeos começaram a andar em posição vertical enquanto viajavam pela água. Os chimpanzés fazem isso hoje em dia, ficando sobre suas pernas traseiras para atravessar um lago ou riacho.

Ainda uma outra teoria sugeria que nossos antigos ancestrais ficavam sobre suas pernas traseiras para se refrescar. Em posição vertical, eles expunham menos partes de seus corpos ao sol.

Mudanças de hábitat e de condições ecológicas podem ter um efeito surpreendente no comportamento animal, algumas vezes obrigando espécies a se adaptar, fugir ou morrer. Alguns pesquisadores acreditam que, há milhões de anos, um clima quente e o declínio dos hábitats nas florestas significou que nossos ancestrais tiveram de realizar viagens mais longas para encontrar comida. Andar sobre duas pernas fazia com que essas jornadas fossem menos exigentes. Uma possibilidade relacionada é que a mudança de clima obrigou os primatas a viverem basicamente no chão, em vez de ficarem em árvores e copas das florestas. As fontes de alimento se tornaram mais abundantes no chão, onde os primatas teriam uma vantagem se andassem sobre duas pernas.

A última teoria afirma que nossos ancestrais nunca tiveram de deixar as árvores para aprender a andar sobre duas pernas. Em vez disso, eles aprenderam enquanto ainda viviam acima do solo. Os orangotangos apresentam uma analogia moderna, já que costumam ficar sobre duas pernas nos galhos de árvore e se segurar em outros galhos com seus membros dianteiros para permanecerem equilibrados.

Prof. Cândido

Arqueólogos acham na Europa flauta de 35 mil anos

flauta

Uma flauta de osso de pássaro encontrada em uma caverna da Alemanha foi entalhada há cerca de 35 mil anos e é o mais antigo instrumento musical artesanal já descoberto, oferecendo a mais nova evidência de que as primeiras populações humanas da Europa tinham uma cultura complexa e criativa. Uma equipe liderada pelo arqueólogo Nicholas Conard, da Universidade de Tübingen, na Alemanha, montou a flauta a partir de 12 fragmentos de osso de abutre, espalhados por uma pequena área da caverna de Hohle Fels, no sul da Alemanha.

 

As peças formam um instrumento de 22 centímetros com cinco furos e uma extremidade em forma de “V”. “É, sem dúvida, o mais antigo instrumento musical do mundo”, disse o pesquisador. A descoberta está nesta semana na revista científica “Nature”. Outros arqueólogos concordaram com a avaliação de Conard. O pesquisador brasileiro Walter Alves Neves, da Universidade de São Paulo (USP), considera a descoberta um “grande achado”. “Mas ela faz parte de um pacote de criações conhecido como revolução artística do Paleolítico Superior”, explica Neves.

 

 

Há 40 mil anos, o homem usou signos pela primeira vez para representar conceitos. Surgiram as pinturas nas cavernas e as primeiras esculturas. O período também conheceu o nascimento da linguagem. “Esperávamos que a música estivesse no pacote”, aponta Neves. A flauta de Hohle Fels é mais completa e um pouco mais velha que fragmentos de osso e marfim de outras sete flautas, também encontradas no sul da Alemanha. A equipe escavou o instrumento em setembro de 2008, mesmo mês em que descobriu seis fragmentos de marfim em Hohle Fels que compõem uma estatueta feminina que, acredita-se, é a mais antiga escultura de uma forma humana. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Índios do Brasil

Historiadores afirmam que antes da chegada dos europeus à América havia aproximadamente 100 milhões de índios no continente. Só em território brasileiro, esse número chegava 5 milhões, aproximadamente. Estes índios brasileiros estavam divididos em tribos, de acordo com o tronco lingüístico ao qual pertenciam: tupi-guaranis (região do litoral), macro-jê ou tapuias (região do Planalto Central), aruaques (Amazônia) e caraíbas (Amazônia).

Atualmente, calcula-se que apenas 400 mil índios ocupam o território brasileiro, principalmente em reservas indígenas demarcadas e protegidas pelo governo. São cerca de 200 etnias indígenas e 170 línguas. Porém, muitas delas não vivem mais como antes da chegada dos portugueses. O contato com o homem branco fez com que muitas tribos perdessem sua identidade cultural.

A sociedade indígena na época da chegada dos portugueses. 

O primeiro contato entre índios e portugueses em 1500 foi de muita estranheza para ambas as partes. As duas culturas eram muito diferentes e pertenciam a mundos completamente distintos. Sabemos muito sobre os índios que viviam naquela época, graças a Carta de Pero Vaz de Caminha (escrivão da expedição de Pedro Álvares Cabral ) e também aos documentos deixados pelos padres jesuítas.

Os indígenas que habitavam o Brasil em 1500 viviam da caça, da pesca e da agricultura de milho, amendoim, feijão, abóbora, bata-doce e principalmente mandioca. Esta agricultura era praticada de forma bem rudimentar, pois utilizavam a técnica da coivara (derrubada de mata e queimada para limpar o solo para o plantio).

Os índios domesticavam animais de pequeno porte como, por exemplo, porco do mato e capivara. Não conheciam o cavalo, o boi e a galinha. Na Carta de Caminha é relatado que os índios se espantaram ao entrar em contato pela primeira vez com uma galinha.

As tribos indígenas possuíam uma relação baseada em regras sociais, políticas e religiosas. O contato entre as tribos acontecia em momentos de guerras, casamentos, cerimônias de enterro e também no momento de estabelecer alianças contra um inimigo comum.

Os índios faziam objetos utilizando as matérias-primas da natureza. Vale lembrar que índio respeita muito o meio ambiente, retirando dele somente o necessário para a sua sobrevivência. Desta madeira, construíam canoas, arcos e flechas e suas habitações (oca). A palha era utilizada para fazer cestos, esteiras, redes e outros objetos. A cerâmica também era muito utilizada para fazer potes, panelas e utensílios domésticos em geral. Penas e peles de animais serviam para fazer roupas ou enfeites para as cerimônias das tribos. O urucum era muito usado para fazer pinturas no corpo.

A organização social dos índios

Entre os indígenas não há classes sociais como a do homem branco. Todos têm os mesmo direitos e recebem o mesmo tratamento. A terra, por exemplo, pertence a todos e quando um índio caça, costuma dividir com os habitantes de sua tribo. Apenas os instrumentos de trabalho (machado, arcos, flechas, arpões) são de propriedade individual. O trabalho na tribo é realizado por todos, porém possui uma divisão por sexo e idade. As mulheres são responsáveis pela comida, crianças, colheita e plantio. Já os homens da tribo ficam encarregados do trabalho mais pesado: caça, pesca, guerra e derrubada das árvores.

Duas figuras importantes na organização das tribos são o pajé e o cacique. O pajé é o sacerdote da tribo, pois conhece todos os rituais e recebe as mensagens dos deuses. Ele também é o curandeiro, pois conhece todos os chás e ervas para curar doenças. Ele que faz o ritual da pajelança, onde evoca os deuses da floresta e dos ancestrais para ajudar na cura. O cacique, também importante na vida tribal, faz o papel de chefe, pois organiza e orienta os índios. 

A educação indígena é bem interessante. Os pequenos índios, conhecidos como curumins, aprender desde pequenos e de forma prática. Costumam observar o que os adultos fazem e vão treinando desde cedo. Quando o pai vai caçar, costuma levar o indiozinho junto para que este aprender. Portanto a educação indígena é bem pratica e vinculada a realidade da vida da tribo indígena. Quando atinge os 13 os 14 anos, o jovem passa por um teste e uma cerimônia para ingressar na vida adulta.

Os contatos entre indígenas e portugueses

Como dissemos, os primeiros contatos foram de estranheza e de certa admiração e respeito. Caminha relata a troca de sinais, presentes e informações. Quando os portugueses começam a explorar o pau-brasil das matas, começam a escravizar muitos indígenas ou a utilizar o escambo. Davam espelhos, apitos, colares e chocalhos para os indígenas em troca de seu trabalho. 

O canto que se segue foi muito prejudicial aos povos indígenas. Interessados nas terras, os portugueses usaram a violência contra os índios. Para tomar as terras, chegavam a matar os nativos ou até mesmo transmitir doenças a eles para dizimar tribos e tomar as terras. Esse comportamento violento seguiu-se por séculos, resultando no pequenos número de índios que temos hoje.

A visão que o europeu tinha a respeito dos índios era eurocêntrica. Os portugueses achavam-se superiores aos indígenas e, portanto, deveriam dominá-los e colocá-los ao seu serviço. A cultura indígena era considera pelo europeu como sendo inferior e grosseira. Dentro desta visão, acreditavam que sua função era convertê-los ao cristianismo e fazer os índios seguirem a cultura européia. Foi assim, que aos poucos, os índios foram perdendo sua cultura e também sua identidade.

Tupinambás praticando um ritual de canibalismo Canibalismo

Algumas tribos eram canibais como, por exemplo, os tupinambás que habitavam o litoral da região sudeste do Brasil. A antropofagia era praticada, pois acreditavam que ao comerem carne humana do inimigo estariam incorporando a sabedoria, valentia e conhecimentos. Desta forma, não se alimentavam da carne de pessoas fracas ou covardes. A prática do canibalismo era feira em rituais simbólicos.


Religião Indígena

Cada nação indígena possuía crenças e rituais religiosos diferenciados. Porém, todas as tribos acreditavam nas forças da natureza e nos espíritos dos antepassados. Para estes deuses e espíritos, faziam rituais, cerimônias e festas. O pajé era o responsável por transmitir estes conhecimentos aos habitantes da tribo. Algumas tribos chegavam a enterrar o corpo dos índios em grandes vasos de cerâmica, onde além do cadáver ficavam os objetos pessoais. Isto mostra que estas tribos acreditavam numa vida após a morte.

Principais etnias indígenas brasileiras na atualidade e população estimada 

Ticuna (35.000), Guarani (30.000), Caiagangue (25.000), Macuxi (20.000), Terena (16.000), Guajajara (14.000), Xavante (12.000), Ianomâmi (12.000), Pataxó (9.700), Potiguara (7.700). 
Fonte: Funai (Fundação Nacional do Índio).

Arqueólogos encontram em Israel sinagoga da época de Jesus Cristo

Arqueólogos israelenses descobriram no domingo as ruínas do que eles acreditam ser uma das mais antigas sinagogas do mundo.

Segundo a arqueóloga Dina Avshalom-Gorni, as ruínas descobertas no norte de Israel são da época do Segundo Grande Templo de Jerusalém, entre os anos 50 antes de Cristo e 100 depois de Cristo.

O local das escavações, a praia de Migdal, na costa do Mar da Galileia, é citado tanto em escrituras judaicas quanto cristãs.

Menorá

Durante os trabalhos, os arqueólogos encontraram uma pedra gravada com uma imagem de uma menorá, o candelabro de sete velas utilizado em cerimônias religiosas judaicas.

A menorá é um símbolo do judaísmo de mais de 3 mil anos e também o emblema nacional de Israel. A imagem gravada na pedra encontrada nas escavações aparece em cima de um pedestal e ladeada por ânforas.

Segundo os arqueólogos, esta é a primeira vez que uma imagem de uma menorá é encontrada em uma escavação fora de Jerusalém.

Maria Madalena

A cidade de Migdal, sob o nome aramaico de Magdala, é citada nas escrituras cristãs como o local de nascimento de Maria Madalena, uma das mulheres que acompanharam Jesus Cristo e que depois foi tornada santa.

Arqueólogos israelenses descobriram no domingo as ruínas do que eles acreditam ser uma das mais antigas sinagogas do mundo.

Segundo a arqueóloga Dina Avshalom-Gorni, as ruínas descobertas no norte de Israel são da época do Segundo Grande Templo de Jerusalém, entre os anos 50 antes de Cristo e 100 depois de Cristo.

O local das escavações, a praia de Migdal, na costa do Mar da Galileia, é citado tanto em escrituras judaicas quanto cristãs.

Menorá

Durante os trabalhos, os arqueólogos encontraram uma pedra gravada com uma imagem de uma menorá, o candelabro de sete velas utilizado em cerimônias religiosas judaicas.

A menorá é um símbolo do judaísmo de mais de 3 mil anos e também o emblema nacional de Israel. A imagem gravada na pedra encontrada nas escavações aparece em cima de um pedestal e ladeada por ânforas.

Segundo os arqueólogos, esta é a primeira vez que uma imagem de uma menorá é encontrada em uma escavação fora de Jerusalém.

Maria Madalena

A cidade de Migdal, sob o nome aramaico de Magdala, é citada nas escrituras cristãs como o local de nascimento de Maria Madalena, uma das mulheres que acompanharam Jesus Cristo e que depois foi tornada santa.

Segundo Avshalom-Gorni , é possível supor que a comunidade que seguiu Jesus na Galileia frequentava a sinagoga descoberta.

Fonte: Uol Notícas

Segundo Avshalom-Gorni , é possível supor que a comunidade que seguiu Jesus na Galileia frequentava a sinagoga descoberta.

Fonte: Uol Notícas

Arqueólogos israelenses descobriram no domingo as ruínas do que eles acreditam ser uma das mais antigas sinagogas do mundo.

Segundo a arqueóloga Dina Avshalom-Gorni, as ruínas descobertas no norte de Israel são da época do Segundo Grande Templo de Jerusalém, entre os anos 50 antes de Cristo e 100 depois de Cristo.

O local das escavações, a praia de Migdal, na costa do Mar da Galileia, é citado tanto em escrituras judaicas quanto cristãs.

Menorá

Durante os trabalhos, os arqueólogos encontraram uma pedra gravada com uma imagem de uma menorá, o candelabro de sete velas utilizado em cerimônias religiosas judaicas.

A menorá é um símbolo do judaísmo de mais de 3 mil anos e também o emblema nacional de Israel. A imagem gravada na pedra encontrada nas escavações aparece em cima de um pedestal e ladeada por ânforas.

Segundo os arqueólogos, esta é a primeira vez que uma imagem de uma menorá é encontrada em uma escavação fora de Jerusalém.

Maria Madalena

A cidade de Migdal, sob o nome aramaico de Magdala, é citada nas escrituras cristãs como o local de nascimento de Maria Madalena, uma das mulheres que acompanharam Jesus Cristo e que depois foi tornada santa.

Segundo Avshalom-Gorni , é possível supor que a comunidade que seguiu Jesus na Galileia frequentava a sinagoga descoberta.

Fonte: Uol Notícas